No mesmo jantar em Betânia descrito em João 12, Maria fez algo que parou tudo: ela pegou um frasco de nardo puro — valiosíssimo — e derramou aos pés de Jesus, enxugando com o seu cabelo. A pregadora declarou: 'Se a tua vida espiritual estiver pautada nas opiniões alheias, você não vai fazer nada.'
Um ato contracultural
O que Maria fez era escandaloso. Um perfume de nardo puro valia o salário de um ano de trabalho. Ela poderia tê-lo vendido e dado aos pobres — como Judas sugeriu. Mas ela escolheu um ato de adoração que não fazia sentido para os de fora. É assim que a adoração verdadeira funciona: ela não precisa de aprovação para acontecer.
Por que ela fez isso?
A missionária revelou o contexto: Maria adorou porque Jesus já havia feito. Não era uma troca — era uma resposta. 'Por que ela fez isso aqui? Porque Jesus já.' Não adoro quando ele fizer. Estou adorando porque ele já. A gratidão profunda gera adoração que não precisa de motivos lógicos.
O perfume que ficou na história
Jesus declarou: 'Em verdade vos digo, em todo o mundo, onde este evangelho for pregado, o que esta mulher fez será também contado em memória dela.' (Marcos 14:9). Um ato que o mundo chamou de desperdício tornou-se o ato mais lembrado. A adoração autêntica sempre supera a análise racional.
O que você fez em adoração que pareceu desperdício aos olhos do mundo pode ser o ato mais eterno da sua vida. Não deixe as opiniões alheias pautarem a sua intimidade com Deus.
Oração
Senhor, que eu seja como Maria — que derrame o que tenho de mais precioso em adoração, sem me importar com o que pensam. Que meu ato de adoração perfume a história da minha família e da minha cidade. Amém.


